s.f. Aquilo que se desvia da norma, da média geral; irregularidade.
Monstruosidade, deformação: anomalia congênita.
Por: http://www.dicio.com.br/anomalia/
domingo, 22 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
PROA
O sonho é meu pastor, nada me faltará.
Que venham as tormentas, que venha o que vier,
tenho o sonho comigo, o sonho é meu pastor.
tenho o sonho comigo, o sonho é meu pastor.
O mundo da aparência não me engolirá.
Conheço bem suas manhas, meu ofício é interior:
girassol que é girassol tem proa pro amanhecer.
Conheço bem suas manhas, meu ofício é interior:
girassol que é girassol tem proa pro amanhecer.
O sonho é meu pastor, nada me faltará.
Com ele eu teço o mundo, reinvento a via-láctea.
Mistérios são bem-vindos, o sonho é meu pastor.
Com ele eu teço o mundo, reinvento a via-láctea.
Mistérios são bem-vindos, o sonho é meu pastor.
Ou eu busco a verdade ou ela não me achará.
Minha verdade, o sonho, é pomar e é brasão.
Seu universo, os versos, fio do sim e do não.
Minha verdade, o sonho, é pomar e é brasão.
Seu universo, os versos, fio do sim e do não.
O sonho é meu pastor, nada me faltará.
Encontro nele a luz, meu alimento e cor.
Que escorra a ampulheta, o sonho é meu pastor.
Por: http://www.edivalperrini.com.br/
Encontro nele a luz, meu alimento e cor.
Que escorra a ampulheta, o sonho é meu pastor.
Por: http://www.edivalperrini.com.br/
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Onde.
Onde parou a vida que seguia. No mar, na água em outro dia.
O que passou e fica onde está. Intocável pedestal que tudo jaz.
Onde os anos diriam que seguia. E aconteceu, não foi outro dia?
sábado, 19 de novembro de 2011
Fim de tarde
Eu gosto mesmo é quando o vento entra pela janela, derrubando as pequenas coisas da estante, fazendo com que o voil da cortina deslize em seu mais lindo balé.
Foto: http://weheartit.com
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
De volta ao futuro
Quando o passado fica atual.
Crescer II
27/03/08
Muitas vezes me sinto como se tivesse já nascido envelhecida, cheia de saudades.
E trato todo meu passado como parte do que sou hoje. Porém, que eles continuem empoeirados.
Guardados em minhas caixas de fotos amassadas e poemas em guardanapos de papel.
Apenas retiro toda aquela bagunça, quando a nostalgia já dormiu em mim.
Por que gosto.
Não de viver coisas passadas, ou de remoer antigos dramas. Mas por que sou EU. Tudo que senti. É o alimento pra eu viver o que sou hoje. Melhorada ou batendo em mesmas teclas de erros, posso me justificar.
E sinto como se você já fosse meu passado.
Mas não por que te perdi. Mas por que te poetizo a todo momento.
Por gosto de nossos silêncios, de nossos excessos.
Gosto da dúvida que causa em mim.
De sua companhia desavisada, quando queria estar sozinha. De tua falta, quando te preciso.
De tua sobra de observaçoes, que vc guarda pra você .
De tua falta de mimos, que você guarda pra mim. ( Mas nunca vejo)
O meu humor oscilante que nunca sei se vai ser aceito ou repugnado com adeus dolorido.
Ligações afetivas, sucintas, claras, melosas. Não atendidas (essa não me lembro...) .
Sempre esteve, está, pra mim ou pra que estou sentindo. Mas nunca tive colo, e precisei.
Como preciso de tantas coisas, pois sempre estou coberta de urgências, de egocentrismos, que você na mais sublime postura de VIVER PRA VC MESMO me deixa, assim.
Como uma exilada em meio a tanto sentir. Vivendo de minhas sensações.
- Egoísta!!
Grito internamente.
Mas se estou viva em seu diário. E faço parte de seus planos a mais curto prazo como: CINEMINHA NO DOMINGO, MISSO SHIRO DA SEMANA, REUNIÃO COM OS AMIGOS, SEXO NO ENTARDECER, FAXINA DO SABADO, CASAMENTO DE SUA IRMÃ, VIAGEM DE FIM DE ANO.
E isso me faz tão importante que te guardo no melhor de meus espaços na caixa velha empoeirada. Por afinal, uma pessoa que se zela tanto, estaria fazendo com uma pessoa que não lhe causasse as melhores sensações?
E trato todo meu passado como parte do que sou hoje. Porém, que eles continuem empoeirados.
Guardados em minhas caixas de fotos amassadas e poemas em guardanapos de papel.
Apenas retiro toda aquela bagunça, quando a nostalgia já dormiu em mim.
Por que gosto.
Não de viver coisas passadas, ou de remoer antigos dramas. Mas por que sou EU. Tudo que senti. É o alimento pra eu viver o que sou hoje. Melhorada ou batendo em mesmas teclas de erros, posso me justificar.
E sinto como se você já fosse meu passado.
Mas não por que te perdi. Mas por que te poetizo a todo momento.
Por gosto de nossos silêncios, de nossos excessos.
Gosto da dúvida que causa em mim.
De sua companhia desavisada, quando queria estar sozinha. De tua falta, quando te preciso.
De tua sobra de observaçoes, que vc guarda pra você .
De tua falta de mimos, que você guarda pra mim. ( Mas nunca vejo)
O meu humor oscilante que nunca sei se vai ser aceito ou repugnado com adeus dolorido.
Ligações afetivas, sucintas, claras, melosas. Não atendidas (essa não me lembro...) .
Sempre esteve, está, pra mim ou pra que estou sentindo. Mas nunca tive colo, e precisei.
Como preciso de tantas coisas, pois sempre estou coberta de urgências, de egocentrismos, que você na mais sublime postura de VIVER PRA VC MESMO me deixa, assim.
Como uma exilada em meio a tanto sentir. Vivendo de minhas sensações.
- Egoísta!!
Grito internamente.
Mas se estou viva em seu diário. E faço parte de seus planos a mais curto prazo como: CINEMINHA NO DOMINGO, MISSO SHIRO DA SEMANA, REUNIÃO COM OS AMIGOS, SEXO NO ENTARDECER, FAXINA DO SABADO, CASAMENTO DE SUA IRMÃ, VIAGEM DE FIM DE ANO.
E isso me faz tão importante que te guardo no melhor de meus espaços na caixa velha empoeirada. Por afinal, uma pessoa que se zela tanto, estaria fazendo com uma pessoa que não lhe causasse as melhores sensações?
domingo, 3 de julho de 2011
Blue Valentine
Todo amor começa como algum sal de frutas, vem para curar aquela dorzinha ansiosa pelo sentir mais sublime. E assim suas borbulhas que agitam toda água em um sonoro xiiiiiiiiiiiiiiiiii ...
Tá viajei.
Só queria dizer que todo amor começa assim todo agitado, afoito e bom .
A partir de toda vontade que nos mantém próximos, e mantém, por afinidades, objetivos, sexo bom, planejamento, com o tempo ( ó tempo! ) a agitação afoita e o bom, dá espaço a rotinas embaraçosas e comodismo ( blah) .
Sim, eu queria falar sem generalizar, pois tenho amigas felizes no casamento, e com filhos, talvez uma casinha na praia, com mais ou menos idade do que eu, e voltando ao sim, quero falar que amor não é linear e presente a todo momento!
Vão existir os dias de fúnebre olhares trocados e diálogos com poucas palavras.
E salve o computador e a internet que nos ocupa, ao invés de tentarmos sociabilizar na sala, na cozinha, ou na cama.
E os dias de risada arrastada e sexo bom. Trarão a nostalgia de que todo dia podia ( e já foi ) assim.
Mas namorar é muito fácil.
É lindo seu amado no estrelismo do momento com medo de velocidade, vento frio ou altura.
Depois de casados, vira frescura insuportável e estopim de crítica, indiferença, indigestão.
Mudamos? Sim. De casa. De estado cívil. De tato.
Tolerância ? Nada. Sem diplomacia. Nos mostramos. Do avesso, de lado, de frente, nas unhas e nos dentes. Desgostosos. Casou, me aceite. Cansou? Não.
A recíproca é verdadeira.
Estamos acostumados demais para encarar o novo. Ficamos assim mesmo. Esperando passar. Ou voltar onde nos perdemos.
Falei de mim. Mas é sobre o filme.
Quando as vontades persistem
Fiquei minutos pensando como começar.
Por que se todo começo tem seu fim.
E nem tudo vale a pena.
Olhei pra tanto que caminhei,
Onde eu vim, O que fiz.
E de tudo me vale, que no fim poderei ser alguém.
Continuada em alguém.
Ter filhos, para mim.
Uma vontade.
Interrompida.
Imediata.
Me vejo em busca, daquilo que sinto.
E tantas vezes deixei de viver.
O momento perfeito. Dentro da vontade que insiste.
Amor.
Olhei retratos sem mim.
Onde estava naquele momento ?
Vou viver tudo que tiver de viver.
Vamos.
Então espero por momentos que comecem.
Pois quero ver, como esta história irá acabar.
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